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São Paulo – Empresa espera faturar 280 milhões de reais no primeiro ano e desafiar no longo prazo liderança da B2W, dona do Submarino e Americanas.
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Não é só entre as redes sociais (o Orkut, no caso) que o mercado brasileiro de internet vê uma alta concentração na mão de apenas um competidor.

O comércio eletrônico passa pela mesma situação, com a B2W Companhia Global do Varejo, nascida da fusão entre Submarino e Americanas.com em 2006, que tem mais de 50% do faturamento do mercado.

Após anos resistindo à ideia, a Casas Bahia, maior rede varejista brasileira, entrou oficialmente na internet nesta segunda-feira (02/02) em movimentação que deverá ter reflexos e impacto em médio prazo no comércio eletrônico brasileiro.

Veja estrutura tecnológica da Casas Bahia

“Qualquer player tem que ficar preocupado” com a tão adiada estreia do serviço de vendas online das Casas Bahia, afirma Daniel Domeneghetti, sócio-fundador da E-Consulting e CEO da DOM Strategy Partners. E os quase 10 anos de experiência do Submarino vendendo online? “Experiência se compra”.

A mudança de site institucional para ferramenta de compras ainda é um teste, como lembra a companhia, mas já começa a demarcar um território que a Casas Bahia ignorava até então, segundo a empresa, pelo perfil médio do seu consumidor.

Não é segredo que o sucesso das Casas Bahia no varejo físico brasileiro tem relação direta com o parcelamento facilitado oferecido para móveis e eletrodomésticos para as classes C e D.

A entrada das Casas Bahia no e-commerce não acontece logo após a ascensão da classe C à internet à toa, acredita Domeneghetti, que vê o enriquecimento das classes mais baixas e o posterior aumento da classe média brasileira como principal razão pela entrada.

“A preocupação era que computadores ficassem acessíveis ao nosso público-alvo, que sempre vieio das classes C, D e E. A democratização do acesso aconteceu de 2 anos para cá”, afirma Sônia Mitani, porta-voz das Casas Bahia.

“É ingênuo quem acha que eles são apenas para classe C. Quem das classes A e B não tiverem paciência de ir (às lojas físicas), pode comprar online sem problema. É um complemento de público pra eles”, explica o executivo.

Original Site: IDG NOW

Especialista em Estratégia Corporativa, Top Management Consulting e Gestão de Ativos Intangíveis.


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